7 sequelas que podem dar direito ao auxílio-acidente (e muita gente não sabe)
- 3 hours ago
- 2 min read

Quando falamos em auxílio-acidente, muitas pessoas imaginam acidentes gravíssimos ou sequelas muito aparentes. Mas a realidade é diferente.
Em muitos casos, a pessoa continua trabalhando normalmente, mas nunca mais consegue desempenhar suas atividades da mesma forma que antes.
É justamente essa redução da capacidade para o trabalho que pode ser analisada pelo INSS.
Conheça alguns exemplos de sequelas que podem gerar direito ao auxílio-acidente.
1. Perda de força na mão
Depois de um corte profundo, fratura ou lesão nos tendões, é comum que a pessoa continue trabalhando, mas tenha dificuldade para segurar ferramentas, carregar objetos ou realizar movimentos que antes eram simples.
Dependendo do caso, essa limitação pode ser relevante para fins previdenciários.
2. Limitação no joelho
Lesões nos ligamentos, fraturas ou cirurgias podem deixar sequelas permanentes.
Se o joelho perdeu mobilidade, estabilidade ou passou a limitar atividades como agachar, subir escadas ou permanecer em pé por longos períodos, a situação merece ser analisada.
3. Redução dos movimentos do ombro
Muitas pessoas recuperam boa parte dos movimentos, mas nunca conseguem levantar o braço como antes.
Essa limitação pode impactar diversas profissões, principalmente aquelas que exigem esforço físico.
4. Sequelas na coluna
Acidentes de trânsito, quedas ou outros traumas podem causar limitações permanentes na coluna.
Quando essas sequelas reduzem a capacidade para o trabalho, é importante verificar se há direito ao benefício.
5. Perda parcial da audição
Pouca gente sabe, mas a perda auditiva decorrente de um acidente também pode ser analisada para fins de auxílio-acidente, desde que estejam presentes os requisitos legais.
6. Limitação no tornozelo ou pé
Fraturas podem deixar dificuldades para caminhar, correr ou permanecer muito tempo em pé.
Mesmo que a pessoa volte ao trabalho, essa limitação pode representar uma redução da capacidade laboral.
7. Dor permanente associada à perda de função
A dor, isoladamente, não garante o benefício.
Mas quando ela está relacionada a uma sequela permanente que reduz a capacidade para o trabalho, a situação deve ser analisada com atenção.
Toda sequela dá direito ao auxílio-acidente?
Não. O simples fato de ter sofrido um acidente ou possuir uma sequela não garante automaticamente o benefício.
É necessário verificar, entre outros requisitos, se essa sequela reduziu de forma permanente a capacidade para o trabalho exercido pela pessoa.
Por isso, cada caso deve ser analisado individualmente.
Conclusão
Se depois de um acidente você percebe que nunca mais recuperou totalmente seus movimentos, sua força ou sua capacidade para realizar determinadas atividades, vale a pena buscar orientação especializada.
Muitas pessoas deixam de solicitar o auxílio-acidente porque acreditam que apenas sequelas muito graves dão direito ao benefício.
E isso não é verdade.
Ficou com dúvidas?
Se você sofreu um acidente e ficou com alguma limitação permanente, nossa equipe pode analisar o seu caso e verificar se você preenche os requisitos para o auxílio-acidente.
📲 Entre em contato com a PA Advocacia e agende uma análise.
Abraços,
Equipe PA Advocacia.




Comments